A subestação elétrica apresentava patologias associadas a assentamentos diferenciais do terreno, nomeadamente abatimentos e deformações do pavimento térreo, associados à presença de aterros e à proximidade de um talude adjacente ao edifício com potencial instabilidade.
Atendendo às condições geotécnicas identificadas no local, foi previamente executado um trabalho complementar de estabilização do talude adjacente ao edifício, através da execução de microestacas e vigas de coroamento, com o objetivo de melhorar as condições globais de estabilidade da encosta e limitar potenciais movimentos do terreno.
Neste enquadramento, tornou-se necessário consolidar e estabilizar o terreno de fundação do edifício, melhorando as suas características mecânicas e hidráulicas, aumentando a sua capacidade de carga e limitando os movimentos diferenciais observados.